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Matrizes Africanas
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Lançamento do Fórum Nilopolitano das Religiões de Matriz Africana |
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 Foi lançado o Fórum Nilopolitano das Religiões de Matriz Africana do município de Nilópolis, no dia 14 de maio, no Abassá D’ Xangô, que tem como zeladora Mãe Lourdes de Xangô que carinhosamente abriu as portas do axé para o lançamento do fórum. A idéia surgiu do CIAFRO – Centro de Integração da Cultura Afro-Brasileira que vem realizando reuniões semanais com os religiosos de Nilópolis a fim de fortalecer e implementar ações que construam uma nova diretriz para a religião da Umbanda e do Candomblé. O fórum visa construir um espaço político, não governamental e apartidário, para discussão, deliberação, reflexão, formulação de propostas, troca de experiências, articulação, mobilização e engajamento de pessoas, voltado para assuntos de interesse da religiosidade de matriz africana, aberto a religiosos e representantes de comunidades tradicionais de candomblé, de umbanda. |
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Comissão de Combate à Intolerância Religiosa |
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Fórum de Religiosidade de Matriz Africana Izo Lebe - RJ |
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O Comite Mobilizador do Fórum de Religiosidade de Matriz Africana Izo Lebe - RJ, convoca a todo povo-de santo para uma ampla reunião.
Data: 23/02/2010 Horário: 18 horas Local: Rua Marechal Floriano, 199, 7º andar- SINTERGIA
Pauta: - Mobilização municipal e regional; - Fortalecmento das casas religiosas com foco em suas demandas; - Organização do debate para o Seminário da SEPPIR no dia 26/02/2010, no Rio de Janeiro.
Comite Mobilizador do Fórum de Religiosidade de Matriz Africana Izo Lebe |
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Jornalistas a serviço da intolerância? |
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Por: Rosiane Rodrigues - 29/1/2010
Jornalistas são pessoas. Por mais distanciamento e olhar crítico, os "Operadores da Imprensa" são produtos da sociedade em que vivem. Parece óbvio, mas observar em que contexto social nasceram e cresceram editores e repórteres da grande mídia é o primeiro passo para entender porque a maioria esmagadora dos veículos de comunicação prestam um deserviço a liberdade religiosa no Brasil. E porque, mesmo diante de afirmações perturbadoras, somos tentados - e levados! - a jogar a opinião pública a perpetuar preconceitos e promover a discriminação. Há pouco mais de um mês, o país se chocou com os Casos das Agulhas. Duas crianças - uma na Bahia e outra no Maranhão - teriam sido alvos de rituais macabros, conduzidos por sacerdotes de matriz africana. Dezenas de agulhas foram introduzidas nos corpos das vítimas. Um outro caso, em São Paulo, há cerca de duas semanas, dava conta de uma mulher que assassinou a empregada porque queria lhe tomar a filha recém-nascida. O corpo da jovem foi encontrado com uma vela na boca e sinais de violência. O fato foi atribuído a um ritual de magia negra, orientado por um pai de santo (?) que chegou a prestar depoimento na delegacia. |
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Lançado no Rio dossiê sobre intolerância religiosa |
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As ações da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) no Rio de Janeiro tiveram como consequência os registros de 17 casos em delegaciais de polícia em 2008 e 2009. Segundo o pesquisador Fabio Reis Mota, do Núcleo Fluminense de Estudos e Pesquisas ligado à Universidade Federal Fluminense (UFF), foi observada a existência de uma relação de proximidade entre vítima e agressor, que podem ser vizinhos, familiares ou colegas de trabalho. Com o auxílio da sua colega Ana Paula Miranda, também da UFF, ambos pesquisaram inquéritos e processos, cujos agressores além das três classificações citadas pertencem a grupos religiosos denominados neopentecostais. Também ocorrem casos de intolerância religiosa em espaços públicos como escolas, destacou Reis Mota. Para ele, a atuação da CCIR tem sido muito importante para incentivar o registro na polícia, como também melhor caracterizar este tipo de delito, a fim de que possa ser precisamente registrado como intolerância religiosa e não como outro tipo de crime. |
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Dilma adia legalização de terreiros de umbanda para evitar nova crise |
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Plano seria lançado ontem, mas foi barrado por receio de atritos com Igreja Católica e evangélicos no ano eleitoral BRASÍLIA Disposta a evitar novos atritos com evangélicos e a Igreja Católica em ano eleitoral, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência, mandou a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial adiar o anúncio do Plano Nacional de Proteção à Liberdade Religiosa. O plano, que prevê a legalização fundiária dos imóveis ocupados por terreiros de umbanda e candomblé e até o tombamento de casas de culto, seria lançado ontem, mas na última hora o governo segurou a divulgação, sob o argumento de que era preciso revisar aspectos jurídicos do texto.
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Presente de Yemanjá - Sepetiba |
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Projeto Matrizes Que Fazem em São Gonçalo |
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Religiosos expõem suas tradições na Praça da Cinelândia, inauguram Núcleo da Polícia Civil e lançam |
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Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa é marcado por inauguração de Núcleo de Atendimento às Vítimas e lançamento do primeiro estudo científico das vítimas atendidas pela CCIR.
Programação: DATA: 21/01 (Quinta-feira) Tendas temáticas de cada segmento membro da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa HORA: A partir das 10H LOCAL: Praça da Cinelândia - em frente à Câmara Municipal Inauguração do Núcleo de Combate à Intolerância Religiosa da Polícia Civil HORA: 10h LOCAL: Prédio da antiga Polinter - R. Silvino Montenegro, 01 - 4º andar - sala 11 - Gamboa |
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NO CENSO DE 2010 AFIRME SUA IDENTIDADE RELIGIOSA, AFINAL, QUEM É DE AXÉ DIZ QUE É! |
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Segundo o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Ibge), apenas 0,3% da população geral do país (525 mil pessoas) se declaram praticantes de religiões de matrizes africanas, sejam elas o candomblé, a umbanda, o omolocô, o tambor de mina, o batuque entre outros elementos que formam o grande mosaico da religiosidade brasileira que se origina no continente africano. É interessante notar, no entanto, que festas como as de Yemonjá, tanto no Rio quanto em Salvador, as caminhadas que a cada ano se ampliam em todo o país, os dizeres e crendices populares, a literatura, o cinema e a tv, entre tantas outras manifestações brasileiras reconhecem nao só a existência da religiosidade de matriz africana como, também, mobilizam milhares, às vezes milhões de pessoas em torno de um festejo, da entrega de oferendas, do vestir-se de branco e do uso de fios-de-contas. |
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