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CIAFRO ACREDITA QUE : É por meio do voluntariado que se articulam projetos e ações que objetivam moldar a sociedade tornando-a mais justa, desenvolvida e solidária. Nesse contexto, qualquer pessoa pode ser voluntária, independentemente do grau de escolaridade ou idade. Mesmo diante da falta de participação, da inversão de valores e de tantos problemas sociais, muitos encontram tempo e disposição para se dedicar a alguma causa social. Por meio do serviço voluntário, é possível participar de situações de desigualdade e injustiça social. Não para assumir o papel do governo, mas para complementá-lo. O Estado somos todos nós: cidadãos, instituições, empresas e governo.
COLOCANDO EM PRÁTICA: O CIAFRO, estimula o trabalho voluntário e acredita que a solidariedade é indispensável para a superação da violência e para a construção de uma sociedade mais justa. Portanto, o projeto tem como principal objetivo difundir a cultura de paz aproximando as pessoas que querem ajudar aquelas que necessitam de ajuda. Para ser voluntário do CIAFRO, é preciso abraçar a causa social da ONG e somar esforços na busca de um mundo melhor. A pessoa interessada deverá procurar a coordenação do CIAFRO, no telefone indicado abaixo, e participar das reuniões para a capacitação sobre o trabalho voluntário. Além de coordenar o voluntariado, o CIAFRO, realiza campanhas, em parceria com outras instituições, para arrecadar doações de alimentos, materiais de higiene, livros, roupas, brinquedos (que são encaminhados para creches, asilos, orfanatos, entre outras organizações beneficiárias) e campanhas de conscientização, como as de prevenção da dengue, da Aids e doação de sangue. Tais campanhas são divulgadas na mídia e no site do CIAFRO para estimular a participação de todos. O que é ser Voluntariado Segundo definição das Nações Unidas, "o voluntário é o jovem ou o adulto que, devido a seu interesse pessoal e ao seu espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de atividades, organizadas ou não, de bem estar social, ou outros campos..." Em recente estudo realizado na Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança, definiu-se o voluntário como ator social e agente de transformação, que presta serviços não remunerados em benefício da comunidade; doando seu tempo e conhecimentos, realiza um trabalho gerado pela energia de seu impulso solidário, atendendo tanto às necessidades do próximo ou aos imperativos de uma causa, como às suas próprias motivações pessoais, sejam estas de caráter religioso, cultural, filosófico, político, emocional. Quando nos referimos ao voluntário contemporâneo, engajado, participante e consciente, diferenciamos também o seu grau de comprometimento: ações mais permanentes, que implicam em maiores compromissos, requerem um determinado tipo de voluntário, e podem levá-lo inclusive a uma "profissionalização voluntária"; existem também ações pontuais, esporádicas, que mobilizam outro perfil de indivíduos. Ao analisar os motivos que mobilizam em direção ao trabalho voluntário, (descritos com maiores detalhes a seguir), descobrem-se, entre outros, dois componentes fundamentais: o de cunho pessoal, a doação de tempo e esforço como resposta a uma inquietação interior que é levada à prática, e o social, a tomada de consciência dos problemas ao se enfrentar com a realidade, o que leva à luta por um ideal ou ao comprometimento com uma causa. Altruísmo e solidariedade são valores morais socialmente constituídos vistos como virtude do indivíduo. Do ponto de vista religioso acredita-se que a prática do bem salva a alma; numa perspectiva social e política, pressupõe-se que a prática de tais valores zelará pela manutenção da ordem social e pelo progresso do homem. A caridade (forte herança cultural e religiosa), reforçada pelo ideal, as crenças, os sistemas de valores, e o compromisso com determinadas causas são componentes vitais do engajamento. fonte: "Trabalho Voluntário" - Mónica Corullón
Não se deve esquecer, contudo, o potencial transformador que essas atitudes representam para o crescimento interior do próprio indivíduo. Como ser um bom voluntário
Na maioria das entidades beneficentes no Brasil ainda são muito pequenas, e não têm programas de voluntariado.
Qualquer pessoa pode ser voluntária, independente do grau de escolaridade ou idade, o importante é ter boa vontade e responsabilidade. Pesquise perto da sua casa ou trabalho uma ONG e veja se a área de atuação da entidade está de acordo com a sua intenção de trabalho, e depois da escolha marque um dia para conhece-la pessoalmente.
Se não der certo com a primeira entidade, não desista, tem muita gente precisando da sua ajuda. Tente outra vez. E se tudo der certo, ótimo! Sinta como a entidade funciona, e do que ela necessita, talvez você tenha que pesquisar um pouquinho e sugerir uma tarefa.
Por exemplo, pintar a entidade por fora ou por dentro, cadastrar doadores no computador, ajudar a organizar um evento ou fazer uma festa. A iniciativa é sua. Seja humilde. O fato de você estar ajudando os outros não significa que você será paparicado e que seu trabalho não possa ser criticado.
O trabalho voluntário exige o mesmo grau de profissionalismo que em uma empresa, se não maior. Existem regras a seguir, por mais meritória a causa, e não desanime se nem todos vibrarem e baterem palmas pelo seu trabalho. Porque ser um voluntário A grande maioria dos voluntários no Brasil querem:
1. Ajudar a resolver parte dos problemas sociais do Brasil.
2. Sentir-se útil e valorizado.
3. Fazer algo diferente no dia a dia.
4. 54% dos jovens no Brasil querem ser voluntários, mas não sabem como começar. Voluntários vivem mais e com maior saúde! Allan Luks, em The Healing Power of Doing Good, descobriu que pessoas que ajudam os outros têm consistentemente melhor saúde. Oito em dez dos entrevistados afirmaram que os benefícios para a saúde retornavam quando eles se lembravam da ação feita em anos anteriores. Estudo da Universidade de Michigan constatou que homens que faziam menos trabalhos voluntários eram significantemente mais propensos a morrer. Lei do Voluntário Programa de estímulo ao trabalho voluntário Lei N.º 9.608, de 18 de fevereiro de 1998. Art. 1º Considera-se serviço voluntário, para fins desta Lei, a atividade não remunerada, prestada por pessoa física a entidade pública de qualquer natureza, ou a instituição privada de fins não lucrativos, que tenha objetivos cívicos, culturais, educacionais, científicos, recreativos ou de assistência social, inclusive mutualidade. Parágrafo único. O serviço voluntário não gera vínculo empregatício, nem obrigação de natureza trabalhista, previdenciária ou afim. Art. 2º O serviço voluntário será exercido mediante a celebração de termo de adesão entre a entidade, pública ou privada, e o prestador do serviço voluntário, dele devendo constar o objeto e as condições de seu exercício. Art. 3º O prestador do serviço voluntário poderá ser ressarcido pelas despesas que comprovadamente realizar no desempenho das atividades voluntárias. Parágrafo único. As despesas a serem ressarcidas deverão estar expressamente autorizadas pela entidade a que for prestado o serviço voluntário. Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 5º Revogam-se as disposições em contrário. Brasília, 18 de fevereiro de 1998; 177º da Independência e 110º da República. Prezado Voluntário, Você é uma pessoa muito especial, ficamos satisfeitos de você ter se identificado com o nosso trabalho, desde já, queremos agradecê-lo pela decisão de nos ajudar. Você pode construir um mundo melhor doando seu talento, seu tempo e seu conhecimento. Se inscreva, o cadastro é simples é rápido, basta informar alguns dados pessoais e em que tipo de ação você gostaria de realizar, que logo entraremos em contato com você.
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